sexta-feira, 23 de julho de 2010

Ser Feliz!


Salmo 128
Bem-aventurado é aquele que teme ao Senhor e anda nos seus caminhos.
Pois comerás do trabalho das tuas mãos: feliz serás e te irás bem.
A tua mulher será como a videira frutífera aos lados da tua casa; os teus filhos como plantas de oliveira à roda da tua mesa.
Eis que assim será abençoado o homem que teme ao Senhor.
O Senhor te abençoará desde Sião, e tu verás os bens de Jerusalém em todos os dias da tua vida.
E verás os filhos de teus filhos, e a paz sobre Israel.

Porque será feliz o homem que teme ao Senhor? Talvez, seja a pergunta que esteja em tua mente e coração.
Pois, bem! O salmista é respaldado em Provérbios 9: 10, quando diz que “o temor do Senhor é o princípio da sabedoria”.

A sabedoria de Deus fundamenta a sua justiça, sua equidade, a concepção e controle de toda a criação, e por fim, determina a qualidade da vida do homem.
Temer ao Senhor é muito diferente que temer o “bicho-papão”, ou o “mendigo-de-saco-nas-costas que carrega criancinhas desobedientes” Estas infelizes alegorias do populário brasileiro atrelam as relações comportamentais de obediência e desobediência, sentimentos de culpa, mentiras, a temores supersticiosos e inconscientes que são absorvidos pelo indivíduo na sua infância e permeando todo seu desenvolvimento espiritual, racional, mental, moral e emocional.
Ao contrário disto, a sabedoria da qual queremos tratar, está ligada ao temor do Senhor pelo elemento chamado obediência, que relaciona-se aos mandamentos divinos repletos de toda sua sabedoria, que conduz a virtudes, que alimenta nossa esperança, e que nos capacita a sermos felizes mesmo em dias de extrema adversidade, simplesmente por termos confiança absoluta na vitória incondicional (a morte seria o maior inimigo, mais esta, por nossa fé e pela graça de Deus, já foi vencida),
A sabedoria tem seu preço, mas propicia equitativamente integridade, saúde, riquezas e honra, é o caminho da paz, é a trilha do prazer e do gozo contínuo. A sabedoria é uma fonte inesgotável de bênçãos, é uma frondosa árvore da vida plena de qualidade.
Os mandamentos do Senhor nos convidam ao alinhamento de objetivos que nos conduzirão indubitavelmente ao sucesso. Bem-aventuranças!
Muitas das doutrinas bíblicas são diretamente focadas aos conceitos de família, e consequentemente, de propriedade. Mas para que isto ocorra, paralelamente às conquistas materiais, o homem deve está revestido da espiritualidade que anseia. Uma vez que somos obedientes, por princípios, aos mandamentos do Senhor, seremos, através de uma escolha sábia, bem-sucedidos.

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Um Fiel Retrato de Quem Somos!


Acredito que por alguma razão, você já foi confundido ou comparado com uma outra pessoa. Não é difícil sermos confundidos ao andarmos pela rua. A verdade é que carregamos queiramos ou não, traços e características de outras pessoas. E não há quem não carregue pelo menos uma.
Talvez, por isso, que desde cedo somos desafiados a procurar imitar o que é bom, o que é justo, ou, imitar pessoas que carreguem tais virtudes em suas vidas. Desafio que carrega consigo grande responsabilidade e privilégio certamente.
A Bíblia também sugere o mesmo. Não por poucas vezes, aparecem passagens nas quais o propósito é o de imitar. Paulo, o grande apóstolo de contrastes, também se viu imbuído de tal tarefa quando diz: "Sede, meus imitadores..." I Coríntios 11.1
Paulo, até se destaca ao pedir que o imitasse! Em suas cartas às Igrejas, o apóstolo além de outros objetivos, expressa que o imitá-lo também era um dos propósitos do porque de escrever. I Coríntios 4.16; 11.1; Filipenses 3.17; Efésios 5.1 e I Tessalonicenses 1.6. Nestas e outras passagens, descobre-se que Paulo, apenas permite que através dele, do seu modo de vida, de suas palavras e principalmente do modo como servia a Cristo, é que deveriam imitá-lo. Certamente, descobririam que em primazia o imitar é do próprio Cristo.
Jesus Cristo é a matriz para servir a toda boa imitação. É certamente dele que todos devem buscar princípios de vida, modelos a serem seguidos, traços de imitação. Que uma vez compreendidos, tomados como próprios e assumidos com serenidade, eliminam a idéia de estabelecermos a nossa imagem, o nosso exemplo dissociada da imagem de Jesus Cristo.
Todavia, é bom que agora vejamos algo que considero de grande importância. Pois, sempre que a Bíblia se refere a algo perfeito, ela usa como símbolo o número sete. Sete, na Bíblia representa perfeição. Como vemos em diversas passagens e ocasiões aparecer nas Sagradas Escrituras.
Ora, se o número sete é usado como símbolo de perfeição e, se somos desafiados a buscar essa perfeição, a exemplo de Paulo e do próprio Senhor Jesus, pergunto: Por que será que o número dos discípulos ora escolhidos por Jesus, não foi em número de sete? Quando sabemos terem sido doze.
Talvez, uma boa sugestão, seja o fato que nestes doze homens, há um segredo. Não faço referência ao segredo estrelado pelo filme "Doze homens e um segredo" ali exposto. Não se trata do mesmo segredo. Mas, de um segredo que interfere na vida de cada um de nós! Na minha vida e certamente na sua.
Sugiro que pensemos da seguinte forma:
Primeiro:
Jesus, ao escolher um número de doze, quis que por ele soubessemos que as nossas imperfeições ultrapassaram o perfeito proposto por Deus. Ora, como ultrapassar o perfeito? Certamente, porque após abdicarmos do que Deus nos propôs, deixamos de ser perfeitos. Não existe perfeição em nós mesmos! Esta é a tônica da vida. Romanos 6.23; 3.23
Os discípulos não podiam de modo algum, simbolizar a perfeição. Eles nos simbolizam. Em todas as nossas esquisitisses, em nossos mal gostos, em nossos pecados e más escolhas também! Creio que se entre um deles, não acharmos lugar para nós, ou algo que nos identifique aos mesmos, em nada isso nos eleva. Pelo contrário, nos afasta ainda mais de estarmos entre os escolhidos por Jesus. Perfeito só Jesus Cristo, não se deixe enganar por um pensar diferente!
Acredito que alguns de nós, até chegue a acumular mais de uma característica própria a um determinado discípulo. As vezes, isso se torna até possível! Mas, ainda está dentro do propósito da escolha e do número ali representados.
Segundo
Jesus veio para nos fazer conhecer que na abundância do pecado, do nosso pecado, superabundou a Sua graça, seu amor e desejo intenso de nos ter ao seu lado. Romanos 5.20. Uma escolha que desprovida de qualquer mérito dos discípulos, também é desprovida de quaisquer símbolos humanos.
Certafeita ouvi de um senhor o seguinte: "Quanto mais observo as ações humanas, mais admiro as dos animais." Quem diz algo assim, certamente reflete sua descrença da bondade humana, do que de bom o homem pode oferecer a partir de si. Romanos 3.9b-12E, por tais razões se confirma que Jesus conhecia bem os símbolos bíblicos. Ele sabia que um símbolo poderia se tornar um tipo com muita facilidade. Razão que fez com que Jesus, não escolhesse um número de sete discípulos. Não há perfeição humana a ser proposta como exemplo para ser seguida. Mas, em Jesus Cristo, certamente há!
Terceiro
A Bíblia descreve por punho dos próprios discípulos de Jesus, que eles não eram perfeitos. E deste modo se viam. O que achou ser o "melhor" o mais "sábio" e o "diferente" dos demais, caiu em seu próprio precipício, Judas Iscariotes. Lembraça que a própria Bíblia nos faz. I Coríntios 10.12
Eles também nos desafiam reconhecer que se não somos perfeitos, devemos ter cuidado ao exigir de outros além de Cristo tal perfeição. Uma atitude consciênte, amável e sem dúvida alguma, cheia de compaixão. Compaixão que se é difícil de se vê, facilmente a cantamos "Olhai com simpatia os erros de um irmão, e todos ajudá-lo com branda compaixão...".
Por fim;
Ainda temos um importante desafio. Ser exemplo para outros.
Após, tais considerações, apenas salienta aprendermos que o melhor exemplo que repassamos é, o sermos discípulos de Jesus. Imperfeitos sim, contudo, buscando no Mestre a perfeição. Filipenses 3.12-14.
Não somos o alvo, é o que Paulo queria expor em segurança aos seus seguidores. O alvo e a meta de vida que ele seguia, meta que todos que são discípulos de Jesus devem tomar como parte de suas vidas é O alvo de ser como Jesus. Romanos 8.29 "Para serem conforme a imagem de Seu Filho."
Que felicidade! Que maravilha é descobrir que a carreira não finda em nossos fracassos e quedas. Que bênção é viver sob a Graça, de termos um alvo maior que nós. Maior, do melhor que podemos oferecer.
Uma vez que, a escolha dos discípulos de Jesus, reflete com propriedade um fiel retrato de quem somos, é necessário pensar um pouco mais na maneira como vemos os nossos semelhantes. Àqueles que iguais a nós, não estão num estado perfeito. Não chegaram ao fim da carreira, mas, seguem por duras lutas e metas alcançcar este alvo, o nosso alvo, o Senhor Jesus Cristo, o único que é Perfeito.

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Deus é Soberano




Uma das qualidades mais desafiadoras ao homem em seu relacionamento com Deus é a de ser reverente para com o seu Criador. Desafios que se dão por fatores inerentes ao desejo do homem ser como a Bíblia o determina. Levamos em conta a própra proeminência do homem em relação as demais criaturas. O homem se vê como superior as demais e entra em cofusão com a posição que ocupa. Também o pecado que não pode ser esquecido. Ele distorce toda ação de Deus e tudo que a volta do homem está. Por consequência, o homem se revolta contra Deus por não entender o que se passa e assim, não se submete, deixa de ser reverente.
A grande verdade é que Deus ainda tem todo o direito de fazer conosco o que Ele bem quiser. Ele tem o direito absoluto de enviar a pobreza, a enfermidade, o luto, administrar as nossas alegrias e outros pezares inerentes a vida humana, então, ainda assim se reconhecerá o direito que Ele tem sobre nós. O destaque é: como atender satisfatóriamente a soberania de Deus sem quebrar nenhuma regra? A única possibilidade é, sendo reverente!
O tema para a EBD de novembro é Reverência. Ao que lhe pergunto: você é uma pessoa reverente? Sabe o significado de reverência? Como aplicar a reverência em ações práticas?
Em resposta, a Biblia apresenta três idéias centrais quanto a questão da reverência: a primeira é exposta em I Samuel 24.8 a palavra hebraica é Qadad - inclinar. O exemplo é de Davi e Saul, apesar de estar sendo procurado por Saul que queria a todo custo matá-lo, e de o ter a pouco em suas próprias mãos, Davi traduz o sentido real de reverência, em ações de respeito e não faz nenhum mal a Saul, que o perseguia. Saul ainda era rei e recebeu de Davi a reverência em reconhecê-lo como um Ungido do Senhor.
Quando entendida como vontade de Deus, a reverência nos impede de fazer alguma ação de revolta ou de maldade contra àqueles que são ungidos por Deus. I Crônicas 29.20
A segunda idéia está em Tito 2.7. No texto ao jovem pastor Tito, Paulo apresenta que a reverência toma parte da vida do crente lhe permitindo assim, ser modelo em boas obras a outras pessoas. Certamente obras que não são suas, mas as que segundo a Palavra de Deus são agora adotadas como próprias, pelo aprendizado. Em I Timóteo 2.2 quando assumida, a reverência proporciona seus próprios frutos, frutos de justiça e de uma espiritualidade sadia conforme nos diz a Palavra de Deus.
A terceira e última idéia está em Hebreus 12.28. A reverência também conduz-nos a plena satisfação de Deus. Por ela é que Deus é glorificado e nós, recompensados por isso, sendo a maior de todas as recompensas a de O vermos. O termo usado em hebreus é Aidos. A posição é de uma reverência sempre com os olhos voltados para baixo. Quando usado com o termo Aidos, o sentido também é o de que sem reverência, resta a punição.
Se a reverência proporciona o respeito, boas obras e nos põe em posição adequada, posição de satisfação perante Deus, a falta de reverência é algo perigoso a vida. É pura e simplesmente a altivez de espírito. Os livros de Provérbios 16.18; Isaías 2.17e Jeremias 48.29. Nos dão uma clara certeza do que Deus na verdade espera de cada um nós, mais reverência. E para a reverência acontecer é preciso gostar de obedecer. Obedecer a Deus. Pense mais seriamente sobre o assunto! Deus nos fez para desfrutarmos de um bom relacionamento com Cristo e com seu Santo Espírito.
Acredite, ser reverente é estar limpo de coração.
Mateus 5.8 Bem-aventurados os limpos de coração, porque verão a Deus.

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Um Grande Amigo




Falar de verdadeira amizade só é possível, se falarmos de Jesus Cristo. Como narra o hino 73 do CC “Um grande Amigo”. Um hino que descreve um amigo sem igual, um amigo fiel a todos os momentos, um amigo que age em nossas vidas levando sempre como prioridade as nossas necessidades. Este amigo é Jesus, um amigo para toda a vida!
No estribilho do hino 73 CC, há a verdadeira descrição de como Jesus, é o nosso grande amigo.
O escritor de faroeste Stephen Bly diz que nos tempos do Velho Oeste americano, havia dois tipos de amigos: os que fogem e os que permanecem ao seu lado. Ao primeiro sinal de perigo, àqueles que fogem, simplesmente desapareciam – abandonando-o diante de qualquer perigo que você enfrentasse. No entanto, àqueles que permaneciam, ficariam com você sob quaisquer circunstâncias. A grande questão é a que infelizmente, você não saberia que tipo de amizade seriam os seus, até que as grandes dificuldades chegassem. Então, já seria tarde demais – a não ser que seu amigo fosse um daqueles que permanecesse ao seu lado.
Uma verdade que chamo a sua atenção como foco da pastoral é a seguinte: ao invés de nos preocuparmos com que tipo de amigos temos, consideremos que tipo de amigo somos! E para isso, leve em conta que, o verdadeiro amigo Jesus nunca nos abandonará, conforme diz em Proverbios 17.17 “Em todo o tempo ama o amigo, e na angústia se faz o irmão”.
Algo parecido aconteceu nos dias finais do ministério de Paulo. Enquanto ele aguardava a sua sentença de morte, alguns dos que haviam ministrado com ele, o abandonaram, deixando-o para que enfrentasse a execussão sozinho. Leia atentamente II Timóteo 4.9-18, certamente um texto de consideravelmente importante para vermos como sendo, a vontade de Deus para nossas vidas.
Certo amigo de ministério me disse certa vez: “verdadeiras amizades são acima de acidentes”.
Mas, quem verdadeiramente são os nossos amigos? É difícil sabermos com precisão. É necessário que talvez, momentos difíceis cheguem até você, para que Deus os revele como prova de seu braço amoroso e presença confortante. Deus é assim! Ele se mostra um amigo à toda variação da vida. Mas, somente nos momentos de grandes e fortes lutas, é que se revelará como o Grande Amigo, mais chegado até que um irmão, esse é Jesus de Nazaré.
Procure ser um amigo a semelhança de Jesus. Algo certamente difícil, porém, muito recompensador. E nas palavras de Paulo, Lucas, foi um amigo a semelhença de Jesus. (v.11 “Somente Lucas está comigo”).
Que nas horas difíceis da vida, não abandonemos o Senhor Jesus. Não façamos como seus discípulos, deixando-o sozinho. Pois, a exemplo do que Ele tem feito por seus discípulos, é que devem os discípulos procurar fazer por Ele. João 13.1 Ora, antes da Festa da Páscoa, sabendo Jesus que era chegada a sua hora de passar deste mundo para o Pai, tendo amado os seus que estavam no mundo, amou-os até ao fim. Amém!

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Liberdade Que Se Faz Pelo Novo Viver!





Estamos iniciando nos cultos à noite, uma nova série de mensagens, essas no livro do profeta Ageu. O foco a cada domingo, será o de descobrirmos quais passos poderemos dar “Em Busca de Um Novo Viver”, que entendemos ser a presença e plena vontade de Deus na vida do crente.
Temos orado e pedimos aqui as suas orações. Desejamos que domingo após domingo, descubramos estes novos passos, algo verdadeiramente novo, e que realmente nos firme e nos aproxime do senhorio de Cristo. Abordando o que Ele já nos tem oferecido, o que pede e o que espera de cada um de nós como membros de Sua Igreja, Seu Corpo, escolhida e chamada para fazer parte de uma excelente obra de edificação, segundo consta em I Pe 2.9.
Cremos que a necessidade de um chamado a semelhança do que foi feito por Ageu, se faz necessário e oportuno. E que conclamar o povo de Deus, como o profeta Ageu fez em seu tempo nos fará grande bem. O povo e as circunstâncias podem até serem outras, mas, o espírito, a urgência e o amor exclusivo a Deus e a Sua obra são os mesmos.
Ressaltamos que mesmo vivendo como livres, o povo naquela época se via de alguma forma ainda preso, tímido e apático, isso o impediam de fazer o que desceram à Jerusalém para realizar. A maior inspiração e símbolo da relação deles com Deus, permanecia na mesma, em ruínas, o templo do Senhor (2 Reis 25:8-9), que representava a habitação de Deus no meio deles (1 Cr 22:19; 2 Cr 5:7; 6:1-11). O povo agora livre daquele cativeiro, deveria priorizar a reconstrução do templo, pois assim agradariam o Senhor e o glorificariam (Ag 1:8).
Hoje, sabemos ser o templo o nosso próprio corpo. Mas, a obra de Deus a qual fomos comissionados por Jesus a expandir (Mt 28.18-20) é também parte desse símbolo, e que não podemos deixar de lado como presença de Cristo na vida de seu povo, isso é mais importante, obedecê-lo.
Reconstruir a Casa do Senhor deveria ser prioridade. Novamente, ressalto que o Senhor não nos ordena reconstruir para ele um templo físico hoje, pois os seus próprios servos, na Nova Aliança, são a sua habitação (Jo 14:23; At 17:24; 1 Pe 2:5; 1 Co 3:16-17). O propósito contudo, é tirar lições importantes, adquirir novos passos e destacar as várias advertências do Senhor no livro a respeito da atitude do seu povo. Exemplo: (1) O pensamento que ainda não é tempo de servir a Deus. Nós nos preocupamos em primeiro resolver nossas vidas aqui, enquanto as coisas de Deus ficam para depois. Assim como os Israelitas, esquecemos que só temos verdadeira vida e liberdade quando Deus habita em nós (Mc 8:36; Jo 3:16; Cl 1:13) (2) Dentre outras coisas, servir ao Senhor exige negação (Mc 8:34-35), mudança de mentalidade (Rm 12:2), mudança de vida (Rm 6:1-4). Enquanto o foco de nossas vidas for “construir nossas próprias casas” não vamos agradar o Senhor, não edificaremos “a Casa do Senhor”. (3) Ele nos adverte a respeito do cuidado exagerado pelas coisas desta vida (Mc 4:7,18-19; Mt 6:19-21). É possível estarmos parados na obra principal e nem nos darmos conta? Sem negar as responsabilidades e necessidades que temos na vida aqui, devemos ter o cuidado de que estas coisas não nos atrapalhem na meta principal, o Senhor em nossas vidas. Estes são alguns dos desafios propostos. Que Deus ricamente nos abençôe! Pr. Sérgio Gledson

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Assegure o Futuro de seu Filho.




Texto: Provérbios 22.6
“Ensina a criança no caminho em que deve andar, e, ainda quando for velho, não se desviará dele.”

Introdução:
A Bíblia, está cheia de vários exemplos de homens e mulheres que, pela influência que tiveram em seu tempo, asseguraram o futuro de gerações seguintes – a geração de seus filhos.
1) Alguns investiram por toda a sua vida, mais de 40 anos.
2) Deixaram um legado de grande valor.
3) Investiram em sua própria família, nação e o mundo.

A Bíblia também relata a falta de influência, Gênesis 5 é o maior impácto de homens e mulheres que não souberam influênciar, isso foi até Noé em maiores consequências.

Hoje, o nosso foco, é mostrar um bom legado como: Abraão, Isac, Jacó, José, Joquebede, Moisés, Josué, Davi, Ana, Lóide, Eunice e muitos outros...
Homens e Mulheres que certamente eram sujeitos as mais diversas circunstâncias, como todos nós somos. Mas que ganharam o respeito, a admiração e a lealdade de seus seguidores quando encaravam suas limitações e as venciam dia a dia.

Idéia: É desejo de Deus que por uma boa influência os pais assegurem o futuro de seus filhos.

S. Interrogativa: Qual a fórmula oferecida por Deus, afim de que os pais possam assegurar o futuro de seus filhos?

A primeira medida é:
LEVE A SÉRIO O ENCARGO QUE DEUS DÁ AOS PAIS.
Que ENCARGO?
– Há uma máxima exposta por Deus em Provérbios 22.6, que também foi dita anteriormente, Deuteronômio 6.6-9

A Máxima é: Os pais são...
A) OS MELHORES EDUCADORES AOS FILHOS “Pais brilhantes, professores fascinantes”. Augusto Cury
• Os filhos são melhor educados quando pelos pais.
• A metodologia apresentada por Deus, é a mais segura e eficaz – não é ultrapassada LIVROS: Meu Filho, Meu Discípulo, Ensinando Para Transformar Vidas, Filhos precisam de Pais.

Os pais são...
B) OS QUE MAIS ENSINAM COM AMOR Dt. 6. 6-9
Estas palavras que, hoje, te ordeno estarão no teu coração; tu as inculcarás a teus filhos, e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e ao deitar-te, e ao levantar-te. Também as atarás como sinal na tua mão, e te serão por frontal entre os olhos. E as escreverás nos umbrais de tua casa e nas tuas portas.

• Inculcando [fiar – figura de um ferreiro] Potengi, é conhecida como a cidade dos ferreiros, um legado de pai para filho. É o que Deus espera de todo pai.
• Perseverante – 22.15 “desde cedo – por toda a vida”.

Os pais são...
C) OS QUE MAIS COMPROMETIDOS ESTÃO COM O FUTURO DE SEUS FILHOS.
• O melhor legado que deixamos é o que a eles ensinamos.

Implicações:
O caráter de uma nação é a soma do caráter de seus cidadãos.
Os nossos filhos são os nossos melhores discípulos.
Importante passo à conquistar da maioria, é convencer o primeiro.

A segunda medida a tomar é:
REPASSE COM SEGURANÇA O MATERIAL QUE DEUS TE DÁ.
Pv.22.6b “O caminho em que deve andar”.
Dt.6.6 “Estas palavras que hoje te ordeno, delas falarás...”.

A) NENHUM CONTEÚDO SUPERA O QUE DEUS DÁ AOS PAIS.
O apóstolo Paulo teve um "filho" adotivo. II Timóteo 1.2
“... ao amado filho Timóteo...”

Na qualidade de “pai” adotivo de Timóteo, Paulo aparece preocupado com o legado que deseja repassá-lo.
Muito embora, o apóstolo atribua todo o legado de Timóteo aos ensinamentos de sua Mãe e de sua Vó [Lóide e Eunice].

Paulo faz menção ao conteúdo que Deus dá aos pais.
II Timóteo 2.2; 3.14s.
E o que de minha parte ouviste através de muitas testemunhas, isso mesmo transmite a homens fiéis e também idôneos para instruir a outros.
Tu, porém, permanece naquilo que aprendeste e de que foste inteirado, sabendo de quem o aprendeste e que, desde a infância, sabes as sagradas letras, que podem tornar-te sábio para a salvação pela fé em Cristo Jesus.

B) NENHUM CONTEÚDO É MAIS APROPRIADO PARA SER DISCUTIDO COM OS FILHOS.
Hebreus 4.12; II Timóteo 3.14-17

Porque a palavra de Deus é viva, e eficaz, e mais cortante do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até ao ponto de dividir alma e espírito, juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e propósitos do coração.

Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça, 17 a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra.

• Desde a infância (v.15)
• Como: (1) ensino, (2) reprensão e, (3) educação (v.16)
• Para chegar a ser homem perfeito diante de Deus(v.17)

C) OS FILHOS PODEM ERRAR COMO PECADORES QUE SÃO, MAS QUE NÃO ERREM POR NÃO TERMOS NÓS PAIS, DEIXADO DE ENSINÁ-LOS.

Implicação:
O bom ensino implica na sabedoria de ser antes de fazer.
Não podemos evitar que o filho erre como pecador, mas podemos evitar que erre por não saber o que ele deve fazer.

A terceira medida a ser usada é:
CRIE UM MODELO DIGNO A SER SEGUIDO. Pv. 22.6c
“... ainda quando for velho, não se desviará dele.”
[O propósito de todo ensino é.... transformar vidas.]

Qualquer proposta menor que essa, deve ser descartada!

A) INFLUENCIE SEU FILHO A SER UM BOM LÍDER.
Apresente-o aos líderes que Deus teve na história.
Diga-o que Deus quer usá-lo como um líder.
Vibre com as pequenas conquistas que o Senhor lhe dará.

B) UM BOM LÍDER NÃO NASCE SABENDO SER LÍDER.
Para tudo na vida tem um ANTES e um DEPOIS.
Vejamos as duas fazes na vida de um jovem que foi influênciado pelo bom ensino na Palavra de Deus!

• ANTES - Números 13-14
(1) Não gozava de crédito;
(2) Ninguém cria nele;
(3) Ninguém o seguia;
(4) Ninguém o respeitava.

• DEPOIS - Josué 1:16-18
Então, responderam a Josué, dizendo: Tudo quanto nos ordenaste faremos e aonde quer que nos enviares iremos. Como em tudo obedecemos a Moisés, assim obedeceremos a ti; tão-somente seja o SENHOR, teu Deus, contigo, como foi com Moisés. Todo homem que se rebelar contra as tuas ordens e não obedecer às tuas palavras em tudo quanto lhe ordenares será morto; tão-somente sê forte e corajoso.

(1) Gozava de toda coniança;
(2) Fariam tudo quanto dissesse;
(3) Para onde os enviasse, iriam;
(4) Como tudo, obedeceriam a ele.

Implicação:
Um líder segundo Deus, ganha seus resultados pela obediência.

Conclusão: Salmo 78.3-4
O que ouvimos e aprendemos, o que nos contaram nossos pais, não o encobriremos a seus filhos; contaremos à vindoura geração os louvores do SENHOR, e o seu poder, e as maravilhas que fez.

O desafio é tremendo. Menor não poderia ser, pois se trata do futuro de nossos filhos.

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Por que a SEPARAÇÃO é uma das exigências feitas por Deus ao seu povo?



Se você já deu uma olhadinha nos textos para a nossa memorização neste mês, logo descobriu que o tema central é SEPARAÇÃO. Mas, como falar nos dias atuais de um tema assim, se o mundo prega o contrário? Se o tema é tão criticado e para alguns, até fora de moda? E, por quê será que todas as vezes que se fala de separação, logo se descobre que muitos entre o próprio povo de Deus, pensa e defende justamente o contrário a tal idéia?
Certamente que toda esta rejeição já caracteriza certa denuncia. De algum modo, as pessoas não estão levando tão a sério o que se lê e, se vê de forma clara, objetiva e contudente como vontade de Deus para suas vidas. A necessidade de se ter uma separação. Mas, separação de que? E, por quê Deus exige separação justamente daquilo que é mais difícil do povo se afastar e extremamente fácil de se envolver?
Tais questionamentos são pertinentes somente de um ponto de vista, do povo querer acertar com Deus. E também sobre o mesmo ponto de vista, de se afastar dEle! Por não querer ouví-lo, obedecê-lo e amá-lo como determina em Sua Palavra o próprio povo dará a luz a uma das duas opções. Por isso, uma não separação é algo extremmente perigoso. Sim, vejo que a falta de separação daquilo que Deus exige, afeta o nosso relacionamento com Ele como um todo, e não em parte, como muitos pensam e que as Sagradas Escrituras reprova com clara veemência.
É preciso refletir o porquê de uma exigência ser imposta por Deus. E imediatamente indagarmos Quem na verdade nos impõe! É Deus, um Ser sábio e que para o mesmo, não há limitação alguma. Este Senhor, sabe o porquê de exigir-nos separação. Mesmo que para isso, seja extremamente difícil a cada um de nós. Vejamos os texto em palta para este mês!
Em II Coríntios 6.17, encontramos uma repetição de algo dito no passado. Jesus está repetindo por meio do apóstolo Paulo, da urgente necessidade do povo se retirar “separar” do meio deles. O mesmo versículo é esclarecedor. Pois embora não diga o nome de quem deveriam se serapar, diz o motivo de se afastarem. De um povo impuro e que tem como finalidade única, envolver o povo de Deus em tais práticas impuras. A condição imposta por Deus é a sguinte: separai-vos e eu vos receberei.
Em outro texto, Isaías 59.1-2 somos informados que a falta de respostas da parte de Deus, que implica também em falta de bênçãos, é por conta de ter Deus se separado de seu povo! Certamente o povo não atendeu a ordem de Deus, de separação e por isso, Deus se afastou do mesmo.
Já em Esdras 10.11, encontramos a ordem vinda da parte do Senhor, dizendo ao povo que façam confissão de seus pecados. Ou seja, digam do que não se separaram e reafirmem com o Senhor, o propósito de separação. Não há como consciliar as duas amizades, Deus e o mundo. Estas são irreconciliáveis.
Por fim, Efésios 2.14-15 que assegura na separação do mundo a nossa união a Deus. A falta de separação de coisas e pessoas as quais Deus em Sua Palavra manda que o seu povo se separe, é que tem causado todos os transtornos em suas vidas. Mesmo que não reconheçam! Portanto, busquem a separação de tudo que desagrada a Deus. Caso contrário, Deus se separará de você! Tiago 4.4 Pr. Sérgio Gledson