domingo, 30 de janeiro de 2011

Paciência, Dom de Deus e um Segredo pra Vida.



Introdução: Você é uma pessoa paciente? Sabe as vantagens do que isso significa?

Histórias sobre paciência: Um irmão certa vez orou assim: "Senhor dá-me paciência, e eu a quero imediatamente!"
Enquanto outro, que era novo convertido, pediu a um irmão mais experiente que orasse pedindo por ele mais paciência. O irmão, de imediato começa a orar: meu Deus dê ao irmãozinho, logo de manhã, muitos problemas, após o almoço mais problemas e não deixe que se deite sem novos problemas... O novo convertido assustado interrompe a oração e diz: meu irmão, eu pedi paciência, não problema! Ao que o outro irmão que orava responde: meu irmão, sem problemas e dificuldades não se adquire paciência!
Há também o cúmulo da paciência! Assistir um bicho preguiça dar a volta ao mundo!

Na Bíblia a paciência é um dos frutos do Espírito! Requisito de todo crente! Na verdade, a paciência é DOM DE DEUS.
Os exemplos partem desde o Senhor Jesus, bem como muitos outros personagens bíblicos: Moisés, Jó, Noé, Davi, Paulo e muitos outros...

Tiago apresenta esse dom com sendo na verdade o SEGREDO DA VIDA. Algo de grande valor e que por vez, deve acompanhar a vida de todo crente.
Tema: Paciência, um Dom de Deus e segredo para a vida.
Texto: Tiago 5.7-11

S. Interrogativa: Por que Tiago vê a paciência, como Dom de Deus e segredo para a vida?________________________________________________________

O primeiro motivo: A PACIÊNCIA É AUXÍLIO EM TODO E QUALQUER CONTEXTO DE COMPLEXIDADE.
Observe o grau de complexidade, descritos nos versos 1-6!
Ele inicia afirmando a chega de dias ruins! Dias de negridão.
Todo e qualquer esforço humano será ineficaz para o que vem!

Ilustração: É assombroso o cenário de destruição causado pela força da natureza, não é verdade? Descobrimos o quanto somos incapazes! Mais se dirá quanto a deter a poderosa mão de Deus! (Riquezas e Roupas)


A) A VIDA NO MUNDO É COMPLEXA, POR CONTA DAS INJUSTIÇAS.
(1) Há abusos no uso dos bens pelos que dele possuem (v.2);
(2) Há abusos no tato com os assalariados. (P. Vitalícia # 35 anos);
(3) Há profundo descaso para com os que em miséria estão. (v.5)

Que pensamentos pairam em nossa mente?
Que sentimentos brotam dentro de nós?
Somos, queiramos ou não, atingidos pelas complexidades da vida.

Lustração: O dilema de alguns moradores e comerciantes de Franco da Rocha e Francisco Morato, bairros da grande São Paulo. Seus imóveis, comprados com escritura pública e tudo, estavam sendo reivindicados por um antigo herdeiro do lugar, pela companhia de trens da cidade e pela união. Você imagina quem vai sair perdendo nessa disputa?

B) NÃO HÁ MISERICÓRDIA QUANDO OS INTERESSES SÃO HUMANOS.
(v.6) “Tendes condenado e matado o justo, sem que ele vos faça resistência.”
Tiago faz referência à ação judicial por meios ativos ou passivos.
(1) MEIOS ATIVOS: Tribunais executam pessoas justas, que lhes eram inconvenientes;
(2) MEIOS PASSIVOS: Tribunais espoliavam o pobre tirando deles o meio de vida. (alguns morriam na miséria)
Eles se regalavam nisso.

Implicação: Estar vivo é estar sujeito a sofrer qualquer tipo de injustiça.
Bem pouco da vida pode oferecer.
Bens e tudo que possuímos, precisam ser consagrados ao Senhor?

Certa feita, Jesus advertira de coisas assim acontecerem. Mateus 6.19-21

O segundo motivo: A PACIÊNCIA CONCEDE SUBSÍDIOS À VIDA. (v.7ª, 8ª)
(v.7ª “Sede pacientes... v.8ª Sede pacientes e fortalecei o vosso coração.”)
“NÃO PERCA O ÂNIMO...” Você suportará...

REFLITA: Quantas “portas” na tua vida já poderiam ter sido fechadas?
Quantas “coisas” Deus, poderia já ter tirado de tua vida?
OUTRO: Quantas portas você já fechou, que bem poderiam estar abertas?
Quanta coisa você barrou pelo simples fato que quis impor a sua vontade?

A) A PACIÊNCIA NÃO PODE SER LIMITADA SOMENTE A ESTA VIDA.
Todos que estão no inferno, estão por serem IMPACIENTES.
• A paciência dá tempo ao tempo. (Sacrificial) I Coríntios 13.4
• A paciência é generosa. (benigna) Mateus 18.29
• A paciência tem ação completa. (não deve) Salmo 86.15

Nenhuma dessas ações se limita a esta vida!
Antes, todas lançam luz sobre a eternidade.

B) A PACIÊNCIA OBRIGA-NOS A REMOVER NOSSOS OLHOS DESSA VIDA E LANÇA-LOS NA DIREÇÃO A DEUS. (v.7b) “Até a vinda...”.
(v.8b) “Pois a vinda do Senhor está próxima.”
Tiago retrata duas possibilidades dessa vinda se revelar:
(1º) Pacientes até a morte – deixe que ela te acompanhe até lá;
(2º) Pacientes até o ADVENTO, a “parousia” 2º vinda de Cristo.
Para isso, é necessário, portanto, focar no lugar certo! Cristo
• Tire os olhos do PROBLEMA;
• Deixe de ser CONSUMIDO;
• Pare de se CANSAR por coisas que só terão fim com o Senhor

Ilustração: (v.7c “Eis que o lavrador aguarda com paciência o precioso fruto da terra...”). Duas chuvas no ano 10/11 e 03/04

Implicação: Se algo é valioso para nós, valerá a pena ser paciente nisso.
Em Deus, a nossa paci6encia será recompensada com o êxito.
Com paciência nada fica pela metade.

O terceiro motivo: A PACIÊNCIA TRANSFORMA ÀQUELES QUE A TEM. (v.10-11) “Tomai por modelo... Eis que temos por mais felizes...”
Tiago não esqueceu, dos que no passado, tiveram suas vidas marcadas pela esperança. “Os profetas”

Você acha difícil com o que na vida lida?
Tome por exemplo de vida os profetas! Isaías 53.1 “Quem creu...? A quem...?

A) PACIÊNCIA NÃO COMBINA COM MURMURAÇÕES. (v.9)
Ela não antecipará com eficácia, o que se espera que seja feito.
Ela toma de Deus, a ação perfeita de fazer;

Ela tira o que lhe é essencial, a nossa FELICIDADE em Deus. Mat. 5.12 “Regozijai-vos e exultai, porque é grande o vosso galardão...”

B) APACIÊNCIA ASSEGURARÁ QUE SE A FELICIDADE NÃO PODE VIR ATRAVÉS DE VOCÊ, ELA CHEGUARÁ ATRAVÉS DE DEUS. (v.11c “Tendes ouvido da paciência de Jó e vistes que fim o Senhor lhe deu; porque o Senhor é cheio de terna misericórdia...”)
Filipenses 4.4 “Alegrai-vos no Senhor – Regozijai-vos no Senhor”;
Neemias 8.10 “A alegria do Senhor é a minha força.”


Implicação: Muito da infelicidade de alguns, reside em sua própria impaciência. A sua falta de paciência pode representar a barreira de Deus não se manifestar.

Conclusão: Agora, é difícil não ver o quão precioso é para a vida, ser paciente.
Daí é que na visão de Tiago, a paciência constitui um DOM & SEGREDO.
1º A paciência auxilia a todo e qualquer contexto complexo.
2º A paciência é o que em muitos casos nos mantém vivos.
3º A paciência nos aprimora e nos molda a pessoas certas.
Mas, ainda aqui não está o maior de todos os segredos!
O resultado final, a obra prima que a paciência produz, é que ela nos torna mais parecidos com DEUS.

Romanos 15.5 “Ora, o Deus da paciência e da consolação vos conceda o mesmo sentir de uns para com os outros, segundo Cristo Jesus.”

• A paciência é reflexo da própria imagem de Deus.

Decida parecer mais com o Senhor, isso é possível, seja paciente.
Decida esperar pelo Senhor, isso é possível, seja paciente.
Decida ser feliz no Senhor, isso é possível, seja paciente.

Motivados a Amar a Disciplina que Vem do Senhor


Tema: Motivados a amar a disciplina que vem do Senhor.
Quando na vida nos pomos a amar, descobrimos algumas verdades:
1. Há coisas que amamos & coisas que não amamos;
2. Há coisas que se deve amar & coisas que não se deve amar;
3. Há coisas que se aprende a amar & coisas que nunca se aprenderá a amar;

Em qual dessas categorias, você incluiria a DISCIPLINA do Senhor?

Muitas pessoas não amam qualquer tipo de disciplina em suas vidas.
Este é o motivo desse levante no mundo contra a disciplina.
Se tais pessoas lutam contra toda e qualquer disciplina, certamente que não amariam a disciplina que vem de Deus.
RAZÃO: A dificuldade e o impedimento de não se amar a disciplina é a pura falta de entendimento do seu significado na vida.

S. I. : Como aprender a amar a disciplina que vem do Senhor?

Idéia: Amar a disciplina que vem do Senhor se faz por acreditar que através dela, Deus demonstra seu amor para conosco e o quanto deseja a nossa vitória.

Texto: Hebreus 12.4-8

O autor aos hebreus apresenta é esta falta de compreensão de nossa parte, o principal fator de alguns crentes não verem na disciplina de Deus um valor eficaz em suas vidas.
Em geral as pessoas não sabem o valor da disciplina:
• Não administram adequadamente (em excesso/sem causa justa);
• Não a valorizam (aplicam quando bem entendem);
• Não a defendem como necessária (estatuto do menor).

Deus nos ensina que: A DISCIPLINA É NECESSÁRIA A VIDA. (v.4 “vocês não lutaram contra o pecado e a tentação a até o sangue.”) Lucas 22.44 “E estando em agonia orava mais intensamente...”

A) A DISCIPLINA CONSTATA que sozinhos ainda não temos conseguido vencer certas dificuldades pessoais. (fraqueza/rebeldia)

B) A DISCIPLINA APRESENTA que na vida, determinadas coisas e escolhas são nocivas a própria vida. (prejudica o que comete e aos outros)
C) A DISCIPLINA APONTA para seu efeito: fazer com que você tenha progresso. (você pode ir longe sangrando, mas, não pode ir longe sem disciplina)

Implicações: Por sua natureza e propósito a disciplina é necessária porque vem de Deus. Provérbios 3.11
O mundo não quer a disciplina, porque não deseja o nosso progresso.

Deus nos também ensina que: PELA DISCIPLINA NOS MANTEMOS UNIDOS A ELE. (v.5)
O autor faz alusão à disciplina, como sendo um tipo de ELO.
NÓS/PECADO/DEUS – NÓS/DISCIPLINA/DEUS.
• Enquanto o PECADO estiver entre nós e Deus, não há ligação.
• Já quando a DISCIPLINA toma o lugar do pecado, somos novamente (unidos) lidados a Deus.

A) IDENTIFICA QUEM TEM O MANDO. (nós/pecado ou nós/disciplina/Deus)

B) DIZ QUEM ESTÁ FORA. A disciplina é reveladora a vida do crente.
Em alguns casos, a falta de disciplina do Senhor pode revelar um estado espiritual que certamente um cristão com pouco conhecimento da Bíblia, chegaria ao completo estado de desespero. Ela pode revelar um não é salvo. (CONVENCIDO e não CONVERTIDO)
(1) Convertidos são Filhos (identidade garantia e traços intransferíveis)
(2) Convencidos são Bastados (fraudulento, impostor) Deut. 23.2
“Nenhum bastardo entrará na assembléia do SENHOR; nem ainda a sua décima geração entrará nela.”

C) ASSUME O LUGAR DE “TUTOR” PROVISÓRIO. (v.7-8)
Na vida há certas coisas que dizem muito de nós!
Ex.: Estilo, Formação, Companhias, Lugar em que moramos etc.
Na vida espiritual acontece o mesmo!
Ex.: Passa tempo, Investimento, Apego à Palavra, Vida de Oração, amor a Família, Igreja e DISCIPLINA na vida!

Implicação: Pecar e não ser disciplinado é um mau indício.
Pecar e ser disciplinado é contar com a assistência e insistência de Deus.

Conclusão: O verdadeiro crente não vive sem a disciplina de Deus.
E, por estas provas cremos ser também importante desejá-la como parte de nossa vida.
• Ela é NECESSÁRIA;
• Ela é um ELO.
• Ela IDENTIFICA e DISTINGUE.

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Ser Feliz!


Salmo 128
Bem-aventurado é aquele que teme ao Senhor e anda nos seus caminhos.
Pois comerás do trabalho das tuas mãos: feliz serás e te irás bem.
A tua mulher será como a videira frutífera aos lados da tua casa; os teus filhos como plantas de oliveira à roda da tua mesa.
Eis que assim será abençoado o homem que teme ao Senhor.
O Senhor te abençoará desde Sião, e tu verás os bens de Jerusalém em todos os dias da tua vida.
E verás os filhos de teus filhos, e a paz sobre Israel.

Porque será feliz o homem que teme ao Senhor? Talvez, seja a pergunta que esteja em tua mente e coração.
Pois, bem! O salmista é respaldado em Provérbios 9: 10, quando diz que “o temor do Senhor é o princípio da sabedoria”.

A sabedoria de Deus fundamenta a sua justiça, sua equidade, a concepção e controle de toda a criação, e por fim, determina a qualidade da vida do homem.
Temer ao Senhor é muito diferente que temer o “bicho-papão”, ou o “mendigo-de-saco-nas-costas que carrega criancinhas desobedientes” Estas infelizes alegorias do populário brasileiro atrelam as relações comportamentais de obediência e desobediência, sentimentos de culpa, mentiras, a temores supersticiosos e inconscientes que são absorvidos pelo indivíduo na sua infância e permeando todo seu desenvolvimento espiritual, racional, mental, moral e emocional.
Ao contrário disto, a sabedoria da qual queremos tratar, está ligada ao temor do Senhor pelo elemento chamado obediência, que relaciona-se aos mandamentos divinos repletos de toda sua sabedoria, que conduz a virtudes, que alimenta nossa esperança, e que nos capacita a sermos felizes mesmo em dias de extrema adversidade, simplesmente por termos confiança absoluta na vitória incondicional (a morte seria o maior inimigo, mais esta, por nossa fé e pela graça de Deus, já foi vencida),
A sabedoria tem seu preço, mas propicia equitativamente integridade, saúde, riquezas e honra, é o caminho da paz, é a trilha do prazer e do gozo contínuo. A sabedoria é uma fonte inesgotável de bênçãos, é uma frondosa árvore da vida plena de qualidade.
Os mandamentos do Senhor nos convidam ao alinhamento de objetivos que nos conduzirão indubitavelmente ao sucesso. Bem-aventuranças!
Muitas das doutrinas bíblicas são diretamente focadas aos conceitos de família, e consequentemente, de propriedade. Mas para que isto ocorra, paralelamente às conquistas materiais, o homem deve está revestido da espiritualidade que anseia. Uma vez que somos obedientes, por princípios, aos mandamentos do Senhor, seremos, através de uma escolha sábia, bem-sucedidos.

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Um Fiel Retrato de Quem Somos!


Acredito que por alguma razão, você já foi confundido ou comparado com uma outra pessoa. Não é difícil sermos confundidos ao andarmos pela rua. A verdade é que carregamos queiramos ou não, traços e características de outras pessoas. E não há quem não carregue pelo menos uma.
Talvez, por isso, que desde cedo somos desafiados a procurar imitar o que é bom, o que é justo, ou, imitar pessoas que carreguem tais virtudes em suas vidas. Desafio que carrega consigo grande responsabilidade e privilégio certamente.
A Bíblia também sugere o mesmo. Não por poucas vezes, aparecem passagens nas quais o propósito é o de imitar. Paulo, o grande apóstolo de contrastes, também se viu imbuído de tal tarefa quando diz: "Sede, meus imitadores..." I Coríntios 11.1
Paulo, até se destaca ao pedir que o imitasse! Em suas cartas às Igrejas, o apóstolo além de outros objetivos, expressa que o imitá-lo também era um dos propósitos do porque de escrever. I Coríntios 4.16; 11.1; Filipenses 3.17; Efésios 5.1 e I Tessalonicenses 1.6. Nestas e outras passagens, descobre-se que Paulo, apenas permite que através dele, do seu modo de vida, de suas palavras e principalmente do modo como servia a Cristo, é que deveriam imitá-lo. Certamente, descobririam que em primazia o imitar é do próprio Cristo.
Jesus Cristo é a matriz para servir a toda boa imitação. É certamente dele que todos devem buscar princípios de vida, modelos a serem seguidos, traços de imitação. Que uma vez compreendidos, tomados como próprios e assumidos com serenidade, eliminam a idéia de estabelecermos a nossa imagem, o nosso exemplo dissociada da imagem de Jesus Cristo.
Todavia, é bom que agora vejamos algo que considero de grande importância. Pois, sempre que a Bíblia se refere a algo perfeito, ela usa como símbolo o número sete. Sete, na Bíblia representa perfeição. Como vemos em diversas passagens e ocasiões aparecer nas Sagradas Escrituras.
Ora, se o número sete é usado como símbolo de perfeição e, se somos desafiados a buscar essa perfeição, a exemplo de Paulo e do próprio Senhor Jesus, pergunto: Por que será que o número dos discípulos ora escolhidos por Jesus, não foi em número de sete? Quando sabemos terem sido doze.
Talvez, uma boa sugestão, seja o fato que nestes doze homens, há um segredo. Não faço referência ao segredo estrelado pelo filme "Doze homens e um segredo" ali exposto. Não se trata do mesmo segredo. Mas, de um segredo que interfere na vida de cada um de nós! Na minha vida e certamente na sua.
Sugiro que pensemos da seguinte forma:
Primeiro:
Jesus, ao escolher um número de doze, quis que por ele soubessemos que as nossas imperfeições ultrapassaram o perfeito proposto por Deus. Ora, como ultrapassar o perfeito? Certamente, porque após abdicarmos do que Deus nos propôs, deixamos de ser perfeitos. Não existe perfeição em nós mesmos! Esta é a tônica da vida. Romanos 6.23; 3.23
Os discípulos não podiam de modo algum, simbolizar a perfeição. Eles nos simbolizam. Em todas as nossas esquisitisses, em nossos mal gostos, em nossos pecados e más escolhas também! Creio que se entre um deles, não acharmos lugar para nós, ou algo que nos identifique aos mesmos, em nada isso nos eleva. Pelo contrário, nos afasta ainda mais de estarmos entre os escolhidos por Jesus. Perfeito só Jesus Cristo, não se deixe enganar por um pensar diferente!
Acredito que alguns de nós, até chegue a acumular mais de uma característica própria a um determinado discípulo. As vezes, isso se torna até possível! Mas, ainda está dentro do propósito da escolha e do número ali representados.
Segundo
Jesus veio para nos fazer conhecer que na abundância do pecado, do nosso pecado, superabundou a Sua graça, seu amor e desejo intenso de nos ter ao seu lado. Romanos 5.20. Uma escolha que desprovida de qualquer mérito dos discípulos, também é desprovida de quaisquer símbolos humanos.
Certafeita ouvi de um senhor o seguinte: "Quanto mais observo as ações humanas, mais admiro as dos animais." Quem diz algo assim, certamente reflete sua descrença da bondade humana, do que de bom o homem pode oferecer a partir de si. Romanos 3.9b-12E, por tais razões se confirma que Jesus conhecia bem os símbolos bíblicos. Ele sabia que um símbolo poderia se tornar um tipo com muita facilidade. Razão que fez com que Jesus, não escolhesse um número de sete discípulos. Não há perfeição humana a ser proposta como exemplo para ser seguida. Mas, em Jesus Cristo, certamente há!
Terceiro
A Bíblia descreve por punho dos próprios discípulos de Jesus, que eles não eram perfeitos. E deste modo se viam. O que achou ser o "melhor" o mais "sábio" e o "diferente" dos demais, caiu em seu próprio precipício, Judas Iscariotes. Lembraça que a própria Bíblia nos faz. I Coríntios 10.12
Eles também nos desafiam reconhecer que se não somos perfeitos, devemos ter cuidado ao exigir de outros além de Cristo tal perfeição. Uma atitude consciênte, amável e sem dúvida alguma, cheia de compaixão. Compaixão que se é difícil de se vê, facilmente a cantamos "Olhai com simpatia os erros de um irmão, e todos ajudá-lo com branda compaixão...".
Por fim;
Ainda temos um importante desafio. Ser exemplo para outros.
Após, tais considerações, apenas salienta aprendermos que o melhor exemplo que repassamos é, o sermos discípulos de Jesus. Imperfeitos sim, contudo, buscando no Mestre a perfeição. Filipenses 3.12-14.
Não somos o alvo, é o que Paulo queria expor em segurança aos seus seguidores. O alvo e a meta de vida que ele seguia, meta que todos que são discípulos de Jesus devem tomar como parte de suas vidas é O alvo de ser como Jesus. Romanos 8.29 "Para serem conforme a imagem de Seu Filho."
Que felicidade! Que maravilha é descobrir que a carreira não finda em nossos fracassos e quedas. Que bênção é viver sob a Graça, de termos um alvo maior que nós. Maior, do melhor que podemos oferecer.
Uma vez que, a escolha dos discípulos de Jesus, reflete com propriedade um fiel retrato de quem somos, é necessário pensar um pouco mais na maneira como vemos os nossos semelhantes. Àqueles que iguais a nós, não estão num estado perfeito. Não chegaram ao fim da carreira, mas, seguem por duras lutas e metas alcançcar este alvo, o nosso alvo, o Senhor Jesus Cristo, o único que é Perfeito.

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Deus é Soberano




Uma das qualidades mais desafiadoras ao homem em seu relacionamento com Deus é a de ser reverente para com o seu Criador. Desafios que se dão por fatores inerentes ao desejo do homem ser como a Bíblia o determina. Levamos em conta a própra proeminência do homem em relação as demais criaturas. O homem se vê como superior as demais e entra em cofusão com a posição que ocupa. Também o pecado que não pode ser esquecido. Ele distorce toda ação de Deus e tudo que a volta do homem está. Por consequência, o homem se revolta contra Deus por não entender o que se passa e assim, não se submete, deixa de ser reverente.
A grande verdade é que Deus ainda tem todo o direito de fazer conosco o que Ele bem quiser. Ele tem o direito absoluto de enviar a pobreza, a enfermidade, o luto, administrar as nossas alegrias e outros pezares inerentes a vida humana, então, ainda assim se reconhecerá o direito que Ele tem sobre nós. O destaque é: como atender satisfatóriamente a soberania de Deus sem quebrar nenhuma regra? A única possibilidade é, sendo reverente!
O tema para a EBD de novembro é Reverência. Ao que lhe pergunto: você é uma pessoa reverente? Sabe o significado de reverência? Como aplicar a reverência em ações práticas?
Em resposta, a Biblia apresenta três idéias centrais quanto a questão da reverência: a primeira é exposta em I Samuel 24.8 a palavra hebraica é Qadad - inclinar. O exemplo é de Davi e Saul, apesar de estar sendo procurado por Saul que queria a todo custo matá-lo, e de o ter a pouco em suas próprias mãos, Davi traduz o sentido real de reverência, em ações de respeito e não faz nenhum mal a Saul, que o perseguia. Saul ainda era rei e recebeu de Davi a reverência em reconhecê-lo como um Ungido do Senhor.
Quando entendida como vontade de Deus, a reverência nos impede de fazer alguma ação de revolta ou de maldade contra àqueles que são ungidos por Deus. I Crônicas 29.20
A segunda idéia está em Tito 2.7. No texto ao jovem pastor Tito, Paulo apresenta que a reverência toma parte da vida do crente lhe permitindo assim, ser modelo em boas obras a outras pessoas. Certamente obras que não são suas, mas as que segundo a Palavra de Deus são agora adotadas como próprias, pelo aprendizado. Em I Timóteo 2.2 quando assumida, a reverência proporciona seus próprios frutos, frutos de justiça e de uma espiritualidade sadia conforme nos diz a Palavra de Deus.
A terceira e última idéia está em Hebreus 12.28. A reverência também conduz-nos a plena satisfação de Deus. Por ela é que Deus é glorificado e nós, recompensados por isso, sendo a maior de todas as recompensas a de O vermos. O termo usado em hebreus é Aidos. A posição é de uma reverência sempre com os olhos voltados para baixo. Quando usado com o termo Aidos, o sentido também é o de que sem reverência, resta a punição.
Se a reverência proporciona o respeito, boas obras e nos põe em posição adequada, posição de satisfação perante Deus, a falta de reverência é algo perigoso a vida. É pura e simplesmente a altivez de espírito. Os livros de Provérbios 16.18; Isaías 2.17e Jeremias 48.29. Nos dão uma clara certeza do que Deus na verdade espera de cada um nós, mais reverência. E para a reverência acontecer é preciso gostar de obedecer. Obedecer a Deus. Pense mais seriamente sobre o assunto! Deus nos fez para desfrutarmos de um bom relacionamento com Cristo e com seu Santo Espírito.
Acredite, ser reverente é estar limpo de coração.
Mateus 5.8 Bem-aventurados os limpos de coração, porque verão a Deus.

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Um Grande Amigo




Falar de verdadeira amizade só é possível, se falarmos de Jesus Cristo. Como narra o hino 73 do CC “Um grande Amigo”. Um hino que descreve um amigo sem igual, um amigo fiel a todos os momentos, um amigo que age em nossas vidas levando sempre como prioridade as nossas necessidades. Este amigo é Jesus, um amigo para toda a vida!
No estribilho do hino 73 CC, há a verdadeira descrição de como Jesus, é o nosso grande amigo.
O escritor de faroeste Stephen Bly diz que nos tempos do Velho Oeste americano, havia dois tipos de amigos: os que fogem e os que permanecem ao seu lado. Ao primeiro sinal de perigo, àqueles que fogem, simplesmente desapareciam – abandonando-o diante de qualquer perigo que você enfrentasse. No entanto, àqueles que permaneciam, ficariam com você sob quaisquer circunstâncias. A grande questão é a que infelizmente, você não saberia que tipo de amizade seriam os seus, até que as grandes dificuldades chegassem. Então, já seria tarde demais – a não ser que seu amigo fosse um daqueles que permanecesse ao seu lado.
Uma verdade que chamo a sua atenção como foco da pastoral é a seguinte: ao invés de nos preocuparmos com que tipo de amigos temos, consideremos que tipo de amigo somos! E para isso, leve em conta que, o verdadeiro amigo Jesus nunca nos abandonará, conforme diz em Proverbios 17.17 “Em todo o tempo ama o amigo, e na angústia se faz o irmão”.
Algo parecido aconteceu nos dias finais do ministério de Paulo. Enquanto ele aguardava a sua sentença de morte, alguns dos que haviam ministrado com ele, o abandonaram, deixando-o para que enfrentasse a execussão sozinho. Leia atentamente II Timóteo 4.9-18, certamente um texto de consideravelmente importante para vermos como sendo, a vontade de Deus para nossas vidas.
Certo amigo de ministério me disse certa vez: “verdadeiras amizades são acima de acidentes”.
Mas, quem verdadeiramente são os nossos amigos? É difícil sabermos com precisão. É necessário que talvez, momentos difíceis cheguem até você, para que Deus os revele como prova de seu braço amoroso e presença confortante. Deus é assim! Ele se mostra um amigo à toda variação da vida. Mas, somente nos momentos de grandes e fortes lutas, é que se revelará como o Grande Amigo, mais chegado até que um irmão, esse é Jesus de Nazaré.
Procure ser um amigo a semelhança de Jesus. Algo certamente difícil, porém, muito recompensador. E nas palavras de Paulo, Lucas, foi um amigo a semelhença de Jesus. (v.11 “Somente Lucas está comigo”).
Que nas horas difíceis da vida, não abandonemos o Senhor Jesus. Não façamos como seus discípulos, deixando-o sozinho. Pois, a exemplo do que Ele tem feito por seus discípulos, é que devem os discípulos procurar fazer por Ele. João 13.1 Ora, antes da Festa da Páscoa, sabendo Jesus que era chegada a sua hora de passar deste mundo para o Pai, tendo amado os seus que estavam no mundo, amou-os até ao fim. Amém!

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Liberdade Que Se Faz Pelo Novo Viver!





Estamos iniciando nos cultos à noite, uma nova série de mensagens, essas no livro do profeta Ageu. O foco a cada domingo, será o de descobrirmos quais passos poderemos dar “Em Busca de Um Novo Viver”, que entendemos ser a presença e plena vontade de Deus na vida do crente.
Temos orado e pedimos aqui as suas orações. Desejamos que domingo após domingo, descubramos estes novos passos, algo verdadeiramente novo, e que realmente nos firme e nos aproxime do senhorio de Cristo. Abordando o que Ele já nos tem oferecido, o que pede e o que espera de cada um de nós como membros de Sua Igreja, Seu Corpo, escolhida e chamada para fazer parte de uma excelente obra de edificação, segundo consta em I Pe 2.9.
Cremos que a necessidade de um chamado a semelhança do que foi feito por Ageu, se faz necessário e oportuno. E que conclamar o povo de Deus, como o profeta Ageu fez em seu tempo nos fará grande bem. O povo e as circunstâncias podem até serem outras, mas, o espírito, a urgência e o amor exclusivo a Deus e a Sua obra são os mesmos.
Ressaltamos que mesmo vivendo como livres, o povo naquela época se via de alguma forma ainda preso, tímido e apático, isso o impediam de fazer o que desceram à Jerusalém para realizar. A maior inspiração e símbolo da relação deles com Deus, permanecia na mesma, em ruínas, o templo do Senhor (2 Reis 25:8-9), que representava a habitação de Deus no meio deles (1 Cr 22:19; 2 Cr 5:7; 6:1-11). O povo agora livre daquele cativeiro, deveria priorizar a reconstrução do templo, pois assim agradariam o Senhor e o glorificariam (Ag 1:8).
Hoje, sabemos ser o templo o nosso próprio corpo. Mas, a obra de Deus a qual fomos comissionados por Jesus a expandir (Mt 28.18-20) é também parte desse símbolo, e que não podemos deixar de lado como presença de Cristo na vida de seu povo, isso é mais importante, obedecê-lo.
Reconstruir a Casa do Senhor deveria ser prioridade. Novamente, ressalto que o Senhor não nos ordena reconstruir para ele um templo físico hoje, pois os seus próprios servos, na Nova Aliança, são a sua habitação (Jo 14:23; At 17:24; 1 Pe 2:5; 1 Co 3:16-17). O propósito contudo, é tirar lições importantes, adquirir novos passos e destacar as várias advertências do Senhor no livro a respeito da atitude do seu povo. Exemplo: (1) O pensamento que ainda não é tempo de servir a Deus. Nós nos preocupamos em primeiro resolver nossas vidas aqui, enquanto as coisas de Deus ficam para depois. Assim como os Israelitas, esquecemos que só temos verdadeira vida e liberdade quando Deus habita em nós (Mc 8:36; Jo 3:16; Cl 1:13) (2) Dentre outras coisas, servir ao Senhor exige negação (Mc 8:34-35), mudança de mentalidade (Rm 12:2), mudança de vida (Rm 6:1-4). Enquanto o foco de nossas vidas for “construir nossas próprias casas” não vamos agradar o Senhor, não edificaremos “a Casa do Senhor”. (3) Ele nos adverte a respeito do cuidado exagerado pelas coisas desta vida (Mc 4:7,18-19; Mt 6:19-21). É possível estarmos parados na obra principal e nem nos darmos conta? Sem negar as responsabilidades e necessidades que temos na vida aqui, devemos ter o cuidado de que estas coisas não nos atrapalhem na meta principal, o Senhor em nossas vidas. Estes são alguns dos desafios propostos. Que Deus ricamente nos abençôe! Pr. Sérgio Gledson